quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Quem é Pittacus Lore?

Quando eu vi pela primeira vez o nome do autor eu pensei (por favor, não riam da minha jumentice): "Ual, que nome esquisitão hem.." Quando vi na orelha do livro sobre o autor, eu achei bacana como descreveram ele. Tudo cheio de mistério, e a tonta não tinha se tocado ainda que tinha algo diferente ai. Só quando eu fui ler o livro, e vi que um dos personagens também tem esse nome que a ficha caiu. Mas a pergunta que não quer calar: quem é Pittacus Lore?

Bem resumidamente, Pittacus Lore é um pseudônimo usado por James Frey e Jobie Hughes para escrever a série Os Legados de Lorien, publicada aqui no Brasil pela Editora Intrínseca. Por que o nome Pittacus Lore? Ele aparece no primeiro livro da série, Eu Sou o Número Quatro, como um ancião a quem foi confiada a história dos nove lorienos. Passou os últimos doze anos aqui na Terra. (Fonte: wikipedia)

Achei super bacana e criativo oque James e Jobie bolaram. Geralmente quando dois autores escrevem o mesmo livro, colocam o seu próprio nome. E é o que eu faria. Se eles tivessem feito isso, acredito que seus nomes seriam bem mais conhecidos (só acho). Mas a ideia de usar um pseudônimo e ele ser um personagem do livro, é muito criativo. 

Agora vamos conhecer um pouquinho mais de cada autor:

James Frey

Quando fui pesquisar mais sobre o autor, fiquei um pouco decepcionada sobre ele. Nunca tinha ouvido falar nada a respeito dele ou de suas obras, a não ser claro, de "Eu sou o número quatro". Mas por que?
Ai vai: Ele foi tema de um escândalo quando alguns investigadores descobriram que os principais elementos de The Million Little Pieces, um livro de memórias, eram inventadas. Outra coisa bem delicada que aconteceu por causa disso foi a seguinte. A Oprah convidou ele para participar do seu programa por que ela tinha incluído o romance em seu “Clube do Livro”, decepcionada por ter sido enganada, levou-o ao seu programa e simplesmente o “destroçou” Esse tipo de coisa não me espanta, o que realmente me deixou chateada ou chocada foi que ele escreveu um livro que expõe um Jesus Cristo moderno vivendo em Nova York que engravida uma prostituta, é alcoólatra  fuma maconha e faz programas sexuais com homens. (ABSURDO!). E claro, como as editoras se recusaram a editá-lo, Frey está lançando-o através de uma galeria de arte. Eu não vou colocar o nome do livro aqui OK.

Fiquei pensando o seguinte: como alguém que escreve algo tão bacana como Eu sou o número quatro, escreve um vitupério desses falando de Jesus? Isso não me desce, não entra na minha cabeça. Em fim, vamos ao próximo...

Jobie Hughes

Com esse eu já me simpatizei mais. Jobie nasceu 09 de julho de 1980, em Renton, Washington, um subúrbio de Seattle. Ele foi um campeão estadual na escola, em wrestling, passando a frequentar a Ohio University, com uma bolsa de estudos para atletas, e se graduou com um diploma de negócio em Sistemas de Informações Gerenciais, que era um dos que ele tinha menos interesse e escolheu pela razão que, aos 20 anos de idade, ele não tinha a menor ideia do que queria fazer. O que se seguiu foram cinco anos sem rumo ganhando salário mínimo trabalhando em empregos ruins, a maioria dos quais ele foi demitido. Ele começou a escrever quando tinha 24 anos e, aos 27 anos, se mudou para Nova York para frequentar a Escola da Universidade de Columbia das Artes. Graduou-se em Maio de 2009 com um mestrado em Escrita Criativa (ficção).

Obras do autor: 

-> Agony at Dawn (Lançamento em agosto de 2012 nos EUA)
-> At the Gates of Pyrrhus (Lançamento no inverno de 2013 nos EUA)

Infelizmente por causa da pobreza de informação sobre o autor ou sobre as obras dele, não consegui apresentar muito sobre ele. 



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4 comentários:

  1. Muito interessante, mas ainda não li nada deles.
    Adorei a dica!

    Moda na Janela

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  2. Achei legal conhcer um pouco mais sobre os autores nos deixam mais informados e concordando com você nao me sinpatizei muito por com o primeiro autor !

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  3. Ainda não li ''Eu sou o número 4'' e nenhum outro livro de algum dos dois autores. Achei legal a escolha do pseudônimo ser o mesmo nome de um dos personagens do livro. Legal!

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  4. Eu não entendo ainda porque alguns autores botam pseudônimos para assinar o livro... Eu sei lá... É como você disse, se eles botassem seus nomes verdadeiros com certeza seriam mais reconhecidos.

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