sábado, 23 de fevereiro de 2013

Baseado em "As Crônicas de Nárnia" - Origem do aperto de mão




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Boa noite gente. Essa semana eu estou lendo "As Crônicas de Nárnia - vl único" e aproveitei pra assistir os filmes assim que termino cada história. E em "O leão, a feiticeira e o guarda-roupa" no deparamos com a seguinte cena: Lúcia entra em Nárnia através do guarda-roupa e conhece uma criatura curiosa, um fauno, que se chama Tumnus. Lúcia estende o a mão para ele e pede que ele aperte. Como isso não é um costume, Tumnus pergunta o por que, porém Lúcia não sabe o por que disso, apenas que é assim que as pessoas fazem quando se conhecem. Então ai que esta o "x" da questão: você sabe a origem histórica do aperto de mão? Esse é um assunto bem amplo, tem as formas de aperto de mão, como concertar um aperto de mão e por ai vai. Mas quero me concentrar apenas na parte histórica, visto que foi isso oque a fofa da Lúcia e seu amigo Tumnus questionaram. 






Esse costume do aperto de mão vem de várias culturas. Historicamente, o aperto de mãos vem dos tempos em que as pessoas viviam em guerra. Os primeiros humanos e alguns de seus antecessores andavam armados, visto a quantidade de predadores existentes no ambiente hostil onde habitavam; e também homens semelhantes a ele visto também que os primitivos formavam tribos e estas não raramente eram rivais. Surgia então o aperto de mão, como um gesto de boa vontade para com o rival de outra tribo: um deles estendia a mão, vazia, para demostrar ao outro que não portava nenhuma armas e desejava um relacionamento pacífico. Como as mulheres primitivas não carregavam armas, por isso não precisaram desenvolver a cultura do aperto de mãos. E os resquícios dessa cultura podem ser percebidos na atualidade, observando-se que as mulheres normalmente preferem formas diferentes do aperto de mãos para se cumprimentarem, aqui no Brasil geralmente quando se tem mais afinidade é com beijo no rosto (pelo menos na região onde eu moro de Blumenau em Santa Catarina, é assim).

Entre os romanos o cumprimento na verdade nem era na mão, e sim nos punhos pois ao cumprimentarem-se assim dois cavalheiros inspecionavam as mangas um do outro em busca de um punhal escondido.

O aperto de mão nos dias de hoje

Um aperto de mão pode ser uma forma de cumprimento ou saudação e pode também finalizar um acordo verbal ou informal, ou até mesmo simbolizar a concretização de um contrato formal. É comum na maioria dos países que pessoas do sexo masculino se cumprimentem dessa forma entre si. Ou entre mulher-mulher, homem-mulher quando são desconhecidos ou não têm tanta intimidade. O interessante é que os árabes e os argentinos (homem com homem) costumam se cumprimentarem com beijos no rosto. Isso eu pude ver quando fui pra Argentina á alguns anos, e tenho que admitir que é estranho...

Resumindo todo o assunto: o aperto de mão originalmente era pra você dizer "pode ficar tranquilo por que eu não estou armado" e hoje em dia é mais pra se socializar ou para fechar um acordo ou um contrato.

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

#68 Resenha - Alice no país das maravilhas edição 1; Alice no país das maravilhas edição 2 & Através do espelho que Alice encontrou por lá. (Lewis Carroll)

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Olá mais uma vez. Antes de mais nada, quero convida-los a participar da campanha para reduzir o imposto sobre os livros (aqui). Fiquei de fazer essa resenha ontem e vacilei com vocês, me desculpe. Então, como é a mesma história em apenas em edições diferentes, não vejo a necessidade de fazer duas resenha para cada livros. Afinal, uma resenha vai ficar boa, e a outra um espelho da anterior. Em outras palavras, vou acaber falando o que já disse na outra. Primeiro, como de costume, vou dar a sinopse de cada livro e depois dou a minha opinião, que por sinal é bem interessante. Começando primeiro com a edição da Pocket Ouro e depois da Zahar.

"Alice no país das Maravilhas, a obra mais conhecida de Lewis Carroll (1832-1898), sendo considerada obra clássica da literatura inglesa. O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai em uma toca de coelho e vai parar num lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas.
O livro faz brincadeiras e enigmas lógicos, o que contribuiu para sua popularidade. Carroll também faz alusões a poemas da era vitoriana e a alguns de seus conhecidos, o que torna a obra mais difícil de ser compreendida por leitores contemporâneos. É uma das obras escritas da literatura inglesa que tiveram mais adaptações na história do cinema, TV e teatro.

Ilustrações de John Tenniel (1820-1914). (Fonte: http://skoob.com.br)
Obras-primas de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas e Através do Espelho há mais de um séculos encantam crianças e adultos. Instigante, divertida, inusitada, profunda, a saga de Alice é inesgotavelmente interpretada, parodiada, filmada, citada... e, claro, lida. Esta charmosa edição de bolso contendo os dois clássicos, inédita no mercado brasileiro, traz os textos na integra e ilustrações originais de John Tenniel. Imperdível! 
(Fonte:
http://skoob.com.br)
A única vez em que li Alice foi num livro mega grosso da Disney que tinha varias histórias ilustradas que sempre fui apaixonada (amo a Disney s2). Para falar a verdade, eu nunca fui muito achegada em Alice, mas esses dias me deu a louca e "bom, vamos conhecer um pouco os clássicos". Li o primeiro, da 'Pocket Ouro' em apenas um dia, afinal o livro é mega fino. Gostei muito! Por que eu não gosto de ler clássicos, eu fico muito entediada (ok, podem me xingar o quanto quiser mas sim, eu não gosto de clássicos. Exceto Julio Verner) mas em fim. Achei super criativa cada coisa que Lewis Carroll escreveu, e numa linguagem super simples e com um ótimo humor e ironia. Apenas a personagem Alice é uma insuportável! Que menina chata!!!

Então li o outro. Queria ler mais de uma versão para poder comparar as histórias, ver se não tinha nenhuma ponta solta ou algo que um livro tem e outro não e vice-versa. O outro eu demorei apenas um dia para lê-lo por inteiro; mas esse foi uma semana ou mais, agora eu não me lembro muito bem. E não foi por que esse é mais grosso ou tem duas histórias. Foi por que ele foi chato. Intrigante não é? A mesma história, o primeiro eu amei e o segundo não via a hora de acabar. Claro que depois teve "Através do espelho que Alice encontrou por lá" mas não me refiro a esse que foi chato, me refiro ao original que  todos conhecem.

Não sei se esse desânimo á história foi por que tinha acabado de ler outra, ou se o humor que continha nesse apesar de ser igual, não foi contado da mesma forma que o outro e que me fez rir. Ou se é um clássico, e como não gosto muito de clássicos eu não me interessei. Bom, ainda estou para descobrir o motivo.

E quanto a outra história "Através do espelho que Alice encontrou por lá", cansativo. Uma hora ficava legal outra hora ficava um saco. OS PERSONAGENS COMEÇAVAM A FALAR DE ESCOLA/MATEMÁTICA. PODE ISSO??? Eu finalmente acabo o ensino médio e leio um livro que a maldita Alice e as rainha Branca e Vermelha começam a falar da maldita escola. OI???? 

Em fim, pro primeiro livro eu dei 4 estrelas no Skoob, achei merecido e me empolguei com a história. Para o segundo livro (mesmo sendo a primeira história totalmente igual) eu me decepcionei (como já disse, ainda não sei o motivo) e a segunda história, nem vou comentar... eu dei 2 estrelas. 

Bom, espero que tenha gostado da resenha, e caso vocês forem ler Alice leem o primeiro livro, a da capa marrom feiinha que tem um monte de baralho na  cabeça da chata da Alice. 

Boa leitura!!!
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Campanha para reduzir o imposto sobre os livros

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Boa tarde gente. Acabei de ficar sabendo dessa campanha pelo site "Minha Estante". Quem tomou a iniciativa foi Breno Lopes, para que os impostos sobre os livros diminuam por meio de uma espécie de abaixo-assinado, onde as ideias que mais receberem apoio são formalmente encaminhadas para aprovação no Senado. Atualmente o imposto sobre os livros é de 15,52%.

Como funciona e como participo?

Num site do governo, e-Cidadania você pode criar ideias pra debates públicos que podem se tornar leis, caso aprovadas. As propostas ficam no site apenas por até quatro meses e precisam de no mínimo 20.000 apoiadores.


A sua participação nessa campanha é muito importante, visto que os livros estão ficando cada vez mais caros e um pouco inacessíveis. Para votar é bem  fácil. Nesse link (https://www12.senado.gov.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=7801), você encontra na parte inferior da barra lateral direita um campo para inserir seu nome, seu e-mail e o código de validação. Depois é só clicar em “eu apoio”. Depois que fiz isso, você vai receber um e-mail com um link de confirmação. Então é preciso que você confirme clicando no link que recebeu para validar o voto.

O projeto foi iniciado a poucas horas, e já temos 246 assinaturas. E o número esta subindo bem rápido. Com sua ajudar e muita esperança, os preços dos nossos amados livros podem cair consideravelmente (afinal, vamos ser realistas. Se cair, não vai ser aquilo tudo). Claro que, mesmo que o projeto ganhe seus 20.000 votos ou mais, vamos depender da paciência do governo para encaminhar as coisas. Mas claro que, isso é uma questão de esperança. Vamos lá leitores! Sibóra votar e meche esse balaio!
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

#67 Resenha - Eu, Alex Cross (James Petterson)

Eu, Alex Cross


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Numa noite de festa, Alex Cross recebe uma notícia chocante O detetive está comemorando seu aniversário quando atende a um telefonema informando que sua sobrinha, Caroline Cross, foi brutalmente assassinada. Ele jura que vai capturar o criminoso e logo descobre que Caroline estava envolvida com prostituição e não foi a única vítima. Garotas de um clube privativo desaparecem misteriosamente Atrás de pistas do assassino, Alex e a namorada, a detetive Brianna Stone, vão a um lugar onde é possível realizar qualquer fantasia, desde que se conheçam as pessoas certas para entrar. É lá que um homem misterioso e de gosto excêntrico, autodenominado Zeus, sacia seus desejos. Um mistério que pode abalar o mundo Alex e Bree percebem que terão que enfrentar figuras muito importantes, perigosas e bem protegidas, das mais altas esferas da sociedade. E uma coisa é certa: elas farão de tudo para manter seus segredos.

Boa tarde (quase noite) a todos! Estou um pouco atrasada com essa resenha (por sinal, a Isabela da sextante vai me matar) mas assim, tive tempo para refletir nas minhas palavras e poder fazer uma boa resenha. 
Esse foi o segundo livro que li do autor. É bom, mas achei muito parecido (apesar de a história ser bem diferente) com outro livro que li dele "O dia da caça" (resenha aqui). Acho que foi o fato de ele envolver a vida particular na história com bastante intensidade, ao invés de outros escritores, que mesmo que até falem de uma namorada, ou da mãe doente, não contam tanto como James Petterson. Outra coisa que achei muito positiva e que também comentei na outra resenha, é que os capítulos são super curtos, no máximo duas páginas cada. Eu acho isso excelente, por que acelera a leitura caso você tenha pressa para terminar. Ressaltando que eu decidi ler este livro por que segundo outras fontes, vai ser lançado um filme baseado nesta obra. O filme se chama "A sombra do inimigo".
Apesar de o livro ser muito bom, uma história interessante e coisa e tal, não me pareceu um romance policial muito exclusivo ou um livro que se diferencie totalmente de outros livros do mesmo gênero. Eu já li diversos livros policiais, e na minha opinião, com tempo eles passaram a ser (generalizando) todos iguais. Quase sempre o livro tem drogas, prostituição como no caso desse, trafico de todo o tipo e evolvimento com o governo. E mesmo que esses são os componente básicos para um bom livro policial, acho que esta faltando uma coisa: criatividade. Ok, quem sou eu para dizer isso. Uma mera leitura do interior do Brasil e que nunca conseguiu chegar ao final de uma própria historia escrita. Mas acho que a opinião de um leitor tem um grande valor, mesmo sendo uma crítica boa ou ruim. O negócio é que eu já li livros que mesmo não tendo um excesso de informação, a história foi muito mais envolvente, muito mais intrigante. E é disso que eu sinto falta num livro policial, o mistério, aquele gostinho de descobrir quem é o vilão. Tem nesse livro? Tem, mas não como outros. Não sei, talvez seja por que já li vários livros desse tema que perdi o gosto, ou realmente esteja faltando esse ingrediente especial. Isso depende de cada leitor. 
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